Homofobia interiorizada nos dias de hoje

Homofobia interiorizada

Após várias experiências decidi escrever a minha opinião sobre homofobia interiorizada que me faz preocupar cada vez mais. Basta assistirmos ao que nos rodeia, espaços públicos, redes sociais e somos logo confrontados por temas que desmoralizam a comunidade LGBT+. Qualquer pessoa LGBT+ ao assistir a este tipo de propaganda, sentirá bullying e exclusão. Os próprios agressores nem se apercebem o mal que estão a fazer, e este tipo de situações leva-nos a uma revolta interior.

 

Muitas pessoas inclusive familiares tentam obrigatoriamente mudar as ideias aos LGBT+

Como ativista, todos os dias sou confrontado por diversos tipos de comportamentos homofóbicos descritos pelos nossos seguidores. Contudo, queremos ajudar e encaminhá-los para instituições adequadas. Os problemas são muitos, nem sempre conseguimos as ajudas necessárias. Nós não queremos ver principalmente os jovens a irem na direção de caminhos obscuros à procura de uma esperança de serem amados.

Este tipo de homofobia encontra-se visível no nosso redor, e está ligada a uma cultura heteronormativa. Neste tipo de situações são apresentadas campanhas políticas contrárias aos direitos civis e à proteção das pessoas LGBT+.

Em muitos países ser LGBT+ é ser discriminado e mesmo inconstitucional. Por exemplo, temos o caso da Rússia onde muita gente inocente é “conduzida” para campos de concentração, até mesmo a pena de morte…

 

No caso das Igrejas

Vou anexar um vídeo ao artigo para refletirem sobre esta realidade e assistirem a dor no arrependimento de uma mãe que não aceitou a filha como lésbica devido a crenças religiosas. Temos aqui presente um grande testemunho de uma mãe, que, após o suicídio da sua filha, abraçou a comunidade LGBT+, passando a lutar juntamente a esta comunidade pelos seus direitos humanos.

Ainda hoje, vi um desabafo no Facebook, um rapaz que dizia “Larguem-me! Deixem-me viver” percebi que o rapaz estava assustado e com medo, tentei falar com ele e, infelizmente, não obtive resposta.  Verifiquei que o rapaz vivia fechado, assustado. O rapaz expressava-se daquela forma com o intuito de poder soltar os seus sentimentos. Explorei o Facebook dele e verifiquei que a família não o aceitava por ele ser gay.

Se precisares de ajuda para email para ajuda@pontoiris.com tentaremos ajudar-te na melhor forma.